"A reflexão não tem lado predefinido e não se apoia em binarismos." Convidamos você eleitora e eleitor a uma reflexão sobre a importância das eleições legislativas. Conheça e participe da Campanha: "A Lição de Casa da Cidadania".
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A Lição de Casa da Cidadania (campanha)
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A Lição de Casa da Cidadania (campanha da cidadania)

"A lição de casa da cidadania"

Convidamos você, cidadão e eleitor para participar desta campanha em favor da cidadania: trata-se de uma sugestão simples às pessoas comuns. Queremos convidar você a colocar em ação sua inteligência e sua memória mediante uma ação simples, continuada e solidária. Uma campanha de formiguinhas, onde a força é a soma da força individual de cada pessoa que passe a usar sua capacidade de análise e disposição para compreender o que acontece com a política do país.

Convidamos você a participar desta campanha que é, em primeiro lugar, apartidária, que é da cidadania, pela cidadania e para a cidadania. Uma campanha que tem a intenção de colocar em ação a memória política da população. O intuito é o de estimular as pessoas a adquirir o hábito permanente de acompanhar os principais fatos políticos do país e de anotar as principais ações de nossos representantes políticos, para que esses possam ser devidamente selecionados, através do voto consciente, que é um dos poucos instrumentos eficientes que o cidadão possui para garantir os seus direitos. Sugerimos colocar esse instrumento em real uso.

Cidadão, você já fez a sua lição de casa?

A lição de casa sugerida é acompanhar as principais votações que ocorrem no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas Estaduais e nas Câmaras de Vereadores, e anotar os nomes de representantes que votaram contra e a favor às principais decisões que influem na vida do cidadão comum, no intuito de acompanhar como os representantes políticos ou grupos políticos estão agindo em relação a temas importantes e se esses devem ser mantidos ou substituídos nas próximas eleições, segundo um julgamento individual. Estamos sugerindo que essa "lição de casa" seja feita com base em um caderninho físico, o “caderninho do cidadão”, no qual, por exemplo, poderão ser colados recortes de jornais com os placares das principais votações no congresso nacional, com os nomes de deputados que votaram contra ou a favor a projetos relacionados a temas importantes para a coletividade, notícias e anotações feitas pelo cidadão, para que essa memória não se perca mais. Nesse caderninho o cidadão poderá também escrever sobre declarações dos deputados e o que cada um tem o hábito de defender, além do histórico de vida política de cada um dos mesmos. Porque este formato de caderninho? - Porque é uma maneira de quem tem intimidade com a tecnologia atingir e auxiliar quem não tem esta intimidade, como familiares e pessoas mais idosas, por exemplo.

Você se lembra em quais deputados federais votou nas últimas eleições e sabe dizer o porquê?

Com o arquivamento dos principais eventos políticos e das principais votações será possível acompanhar com clareza o histórico e as estatísticas sobre o comportamento de seus representantes e de seus partidos políticos. Será possível, por exemplo, perceber quem defende o quê e suas motivações declaradas ou não declaradas. A ideia é que esse arquivo torne-se um parâmetro para futuras escolhas do eleitor.

Trata-se de uma atitude simples mas que pode ter um grande efeito de filtro. O registro dessa memória poderá, por exemplo, ajudar a não se eleger mais pessoas que não tenham compromisso com a população e com o país, como se tem visto frequentemente. Isso pode ser percebido antes de uma escolha, quando se observa o histórico político de cada candidato e o que o ele defende em suas falas.

Convidamos, pois, pessoas comuns, donas de casa e donos de casa, estudantes, profissionais, aposentadas e aposentados, enfim, à sociedade, a fazer a "lição de casa da cidadania”, adotando e compartilhando seu caderninho do cidadão com seus amigos, sem qualquer condução ou pré-determinação política, mas apenas confiando na inteligência individual de cada pessoa. Nada substitui a consciência individual.

Essa sugestão, que somente pode ser uma sugestão, jamais com o intuito de conduzir posturas políticas, tem o intuito de estimular a reflexão para que as pessoas não simplesmente sigam essa ideia, mas sim, se apropriem dessa de maneira consciente, acompanhando o que realmente acontece em sua cidade, estado e país, como fazem eleitores de países reconhecidamente desenvolvidos. E depois, que as pessoas usem essas informações como memória para decidirem seus futuros votos, assumindo de fato o controle sobre a política de seu país. Essa é a princípio uma das funções da cidadania na democracia, função que não pode mais ser ignorada.

É possível mudar o país quando o povo assume sua democracia. Votar simplesmente, ao contrário do que o senso comum possa atualmente sugerir, não é exercer o poder; votar é somente um instrumento da democracia. Exercer realmente o poder implica em se apropriar de maneira consciente do instrumento do voto e não mais apenas votar como se uma eleição fosse uma gincana ou uma disputa esportiva. Exercer o poder de eleitor passa por conhecer de fato o que pensam os diferentes partidos políticos, seus projetos e conhecer sua maneira de governar. Caso contrário, um voto nulo é melhor do que prejudicar o país e a própria vida com uma escolha cega. Convidamos você a se apropriar dessa ideia.

Somente protestar não garante mudanças na realidade, pois, apesar da pressão da opinião pública, quem não tem qualquer compromisso com o que é público ignora protestos

O site Cidadania e Reflexão está tomando essa iniciativa, colocando um tijolinho nessa construção coletiva apartidária e convidando a irmos além dos protestos contra as injustiças feitas contra os direitos do cidadão. Protestar é legítimo, é necessário e tem muitos efeitos sobre o que se decide nas Câmaras, Assembleias e no Congresso Nacional, mas isso não é tudo, pois os resultados de manifestações sempre dependerão da sensibilidade dos políticos. O uso consciente do instrumento do voto, pelo contrário, depende apenas do cidadão; é cirúrgico, e pode ser definitivo em relação a quem não demonstra ter compromisso com o país e com a população.


As redes sociais são apenas meios e não podem ser fins em si mesmas. 


Por isso, estamos propondo essa campanha para sair dos limites das redes sociais e tomar uma atitude verdadeiramente eficaz, no mundo real, quanto ao exercício da cidadania e aos destinos do país. Estamos propondo o desenvolvimento de um novo comportamento, de um novo hábito. Protestar nas redes sociais e até mesmo nas ruas permite externar a indignação popular e pode satisfazer a consciência por algum tempo, dando a sensação de dever cumprido, mas efetivamente ainda deixa a solução para a boa vontade e sensibilidade dos políticos tradicionais, entre os quais, muitos irresponsáveis, com os quais ficou provado que não se pode mais contar.

Por isso, ações apenas nas redes sociais não surtem os efeitos necessários. As redes sociais devem ser vistas apenas como instrumentos de comunicação, porque as ações políticas que ficam restritas apenas ao universo virtual não tem total eficácia para atingirem seus objetivos e, além disso, a falta de uma relação direta dos movimentos sociais com a realidade abre caminho para a manipulação da mídia contra a população. Políticos manipuladores sabem disso e contam com a inércia e a falta de análise por parte da população. Nesse sentido, as redes sociais usadas apenas com fins de protesto e não como instrumentos de organização popular podem até figurar como um simples, confortável e eficiente passa tempo, que tem, na verdade, o efeito de desviar a população de seu objetivo principal, produzindo o efeito inverso ao que esperaria a cidadania. Muitos representantes tem em mente que seja apenas necessário esperar o clamor de uma manifestação passar para então aprovar nas madrugadas retiradas de direitos, contando com a certeza de que não haverá maiores consequências para os mesmos, pois a memória das cidadãs e cidadãos tem curto alcance e os movimentos sociais, algumas vezes, carecem de tomar providências mais efetivas. 
O que se publica nas redes sociais desaparece nas linhas do tempo em questão de poucas horas, fazendo com que as redes funcionem exatamente como instrumentos do esquecimento, satisfazendo as pessoas imediatamente, dando a sensação de dever cumprido e produzindo o efeito contrário à divulgação desejada. As redes sociais e a mídia, consumidas sem reflexão, configuram-se como perfeitos instrumentos da pacificação política, contra a própria população. Essa situação somente será diferente se as redes sociais forem usadas como instrumentos de ações de organização social e não como fins de meros protestos.
Por isso estamos propondo o arquivamento pessoal dos dados sobre a atuação dos representantes políticos.

É preciso, por isso, mudar e tomar atitudes que sejam realmente eficazes. 

A partir de agora o site Cidadania e Reflexão estará aprimorando continuamente essa ideia, acreditando na inteligência das pessoas, propondo essa campanha permanente, que não visa a criar um simples evento passageiro, mas, promover um novo hábito: o hábito de desenvolver uma memória política e finalmente, aplicá-la. É necessário ir além da crítica com humor das redes sociais para assumir uma posição de reflexão e ação. E ainda chamamos a atenção para que sejam atingidas as pessoas que não participam das redes sociais.

Reflitamos que dizer coisas como "não vai dar certo", "isso não aí não tem jeito" e "não gosto de política" é um pensamento de quem nunca ofereceu alternativa para soluções e o que observamos hoje acontecendo no país não deixa de ser resultado desse pensamento de negligência da própria cidadania. Então, diferentemente disso, sugerimos colocar, cada um de nós, alguns tijolinhos nessa construção, refletindo uma mudança de atitude e de pensamento.

Reflitamos que a maior e melhor campanha, e que não dispende recursos, talvez seja simplesmente adquirir o hábito de registrar e acompanhar os principais eventos políticos e de dar o exemplo para quem está ao seu redor. Sem memória não é possível nem lembrar que se tem direitos.

Sugerimos que coloque o link de nossa campanha em seu site e monte seu grupo com as listas de votação e notícias políticas de sua cidade e de seu estado!

Curta e compartilhe! Mas, vá além disso!

A diferença entre um movimento político conduzido e um movimento político autêntico pode ser a sua relação com a realidade. A ação da cidadania consciente pode ser a alternativa eficiente, pacífica e dentro da lei e da ordem para a crise na qual o país se encontra. É possível à cidadania colocar um ponto final na irresponsabilidade com o país, basta direcionar suas energias para ações eficazes.

Alertamos que atenção especial deve ser dada à eleição do novo Congresso Nacional, pois se ainda houver eleições diretas em 2018, sem que haja a mudança do comportamento irrefletido dos eleitores, essas eleições poderão apenas significar a legitimação da composição política que cassará definitivamente os direitos dos cidadãos e continuará a destruir as estruturas nacionais, sem a possibilidade de resistência do novo presidente da república, seja ele de que partido for. Um novo congresso eleito da mesma maneira irrefletida como foi o atual significará a perda definitiva das chances de defesas de direitos e a implantação definitiva de grandes retrocessos, dessa vez, consentidos e assinados pela população.

Protestar à frente do prédio do Congresso Nacional, ou seja, do lado de fora, é importante. É importante o povo demonstrar coragem para pressionar seus representantes e até enfrentar os covardes bombardeios de gás lacrimogênio, feitos sobre quem trabalha e requer seus direitos. Porém, verdadeiramente eficaz será usar o seu voto para retirar quem está no Congresso e não demonstra responsabilidade, para que não tenha mais acesso a fazer algo contra os direitos de quem trabalha honestamente. Por isso, convidamos quem está do lado de fora, a passar a atuar do lado de dentro, com o instrumento legítimo que tem para isso: o voto.

É necessário um boicote a tudo que esteja associado ao golpe que o país sofreu. A começar pela eliminação dos políticos irresponsáveis do poder. Existem três alternativas colocadas para a população. 1 - Aceitar a submissão, aceitando tudo como se fosse natural, justificando, pois "tudo isso é assim mesmo"; 2 - Revoltar-se e partir para o uso da violência; 3 - agir dentro do direito e da legalidade e mudar a situação de uma maneira justa e pacífica. A primeira via não necessita de esforço: basta ficar inerte onde já se está. A segunda opção, apesar de as vezes parecer justa, não atinge os resultados desejados porque é uma opção que, apesar de natural, carece de inteligência. A terceira via de mudança é a mais fácil de ser abandonada, pois exige reflexão sobre si e sobre a sociedade; esta última é a única que historicamente se mostrou eficaz. Cidadania e Reflexão é pela terceira via e estamos convidando você a participar desse movimento.

Cultive sua memória, pois tal é a única garantia dos seus direitos de cidadão. O golpe de estado, como pode ser visto, é contra o país e contra você e para se instalar de vez, apenas conta com o esfriamento de sua memória e com sua naturalização de todos os fatos ocorridos.

Não existe e não existirá salvador da pátria e por outro lado, com dizem alguns oportunistas, a solução não é a eliminação da política, pois assim o poder cairia de novo nas mãos de ditadores. A única saída é a democrática, com o cidadão assumindo sua posição. Cremos que a solução política deve vir de baixo para cima.

Por tudo isso, sugerimos essa campanha reflexiva e ora convidamos você a aderir e a levar adiante essa ideia.

"A reflexão não tem lado pré-definido e não se apoia em binarismos." (Prof. A.L.Carolli) 

Convide uma amiga ou um amigo para conhecer essa campanha, de maneira especial e surpreendente, criando uma mensagem personalizada no site, clicando aqui:  

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